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Consultório Odontológico

Dr. Eduardo Junqueira Khouri - Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares

Consultório Odontológico Dr.Eduardo J. Khouri

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Eu.....
Apenas procuro viver a vida em sua plenitude com dignidade...
para honrar o que recebi dos meus e servir de exemplo para os que deixarei.....
Peço a Deus que me conserve em retidão...independente do tempo e lugar para que eu possa caminhar feliz e de cabeça erguida entre os vivos e os mortos...
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SITES PARA CONSULTA DOS CONVÊNIOS ATENDIDOS
NESTA LISTA ESTÃO OS LINKS DE DIVERSAS ASSOCIAÇÕES , CLÍNICAS E INSTITUIÇÕES DE INTERESSE ODONTOLÓGICO E MÉDICO.
September 06

United Breaks Guitars - A United quebra violões - Legendado Pt-Br - Somm...

 

Citação

O consumidor de hoje não aceita simplesmente um "não" como resposta. Ele usa a sua inteligência e novas tecnologias para expressar o seu sentimento. Dave Carroll teve seu violão danificado durante um vôo da United Airlines e utilizou sua habilidade de músico para expressar sua indignação com a forma como foi tratado pela empresa. Essa atitude se transformou no novo hit da internet. Tradução da Somma Consultoria - www.sommaonline.com.br - Você também pode fazer valer o seus direitos!
Categoria:  Humor

YouTube - United Breaks Guitars - A United quebra violões - Legendado Pt-Br - Somm...
 
September 05

ARTIGO-NOTA : Pesquisa analisa relação entre colocação de coroas e problemas periodontais

 

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Resultados mostram que as coroas podem ser associadas a mais sinais de inflamação, provocando sangramentos, vermelhidão e mau hálito, apesar de não estarem diretamente associadas à destruição periodontal.

Inúmeros estudos mostram uma relação entre a colocação de coroas fixas e as condições periodontais dos pacientes, apontando para uma maior incidência de inflamação das gengivas e destruição periodontal. No entanto, nem sempre a utilização de coroas representa problemas aos pacientes. Isso é o que mostram Cassiano Rösing e equipe da Universidade Lutherana do Brasil em um trabalho que teve como objetivo avaliar retrospectivamente as condições periodontais de pacientes com coroas fixas colocadas de 3 a 5 anos antes da realização da pesquisa.

De acordo com artigo publicado no número quatro de 2007 da revista Brazilian Oral Research, “40 pessoas foram analisadas no estudo. Exames clínicos de toda a boca foram realizados avaliando-se Índice de Placa Visível (IPV), Índice de Sangramento Gengival (ISG), Profundidade de Sondagem (PS) e Nível Clínico de Inserção (NCI) em 6 sítios por dente. Radiografias paralelas foram obtidas e analisadas cegamente por paquímetro digital (distância do ápice à crista óssea). Testes BANA também foram realizados. Um dente hígido contralateral foi considerado como controle”.

Os resultados mostram que as coroas apresentaram um valor médio de Índice de Placa Visível de 30,42%, comparado com 49,17% para dentes hígidos. O Índice de Sangramento Gengival foi de 33,33% e de 26,25% para dentes com coroas e hígidos, respectivamente. A Porfundidade de Sondagem revelou valores de 2,30 e 2,14 mm e a análise do Nível Clínico de Inserção demonstrou médias de 2,02 e 1,89 mm para coroas e dentes hígidos, respectivamente. Os valores médios para as distâncias radiográficas foram de 12,73 e 13,67 mm, e para o teste BANA, de 67,50 e 50,00 para dentes hígidos e com coroas. Segundo a equipe, foram observadas diferenças significativas para todos os parâmetros, exceto para NCI e para o teste BANA.

Dessa forma, os pesquisadores concluem que as coroas podem ser associadas a mais sinais de inflamação, entretanto não com destruição periodontal. “Apesar de os resultados não demonstrarem relação entre a colocação de coroas e a destruição periodontal, o fato de elas estarem associadas a mais sinais de inflamação deve ser levado em consideração, uma vez que as gengivites estão diretamente ligadas a uma pior qualidade da saúde bucal, em decorrência do sangramento, vermelhidão e do mau hálito, que hoje em dia é socialmente inaceitável”, destacam no artigo.

 

Agência Notisa

Medcenter Medscape

August 06

ORIENTANTO O PACIENTE - TRATAMENTO ORTODÔNTICO EM PACIENTES COM DOENÇAS PERIODONTAIS

Tratamento ortodôntico em pacientes com problemas periodontais.

Meus dentes estão com mobilidade e mudando de posição rapidamente. Vários espaços estão aparecendo entre eles. Por que isso acontece?

Pequenas alterações no posicionamento dos dentes ocorrem durante toda a vida, sendo que as mais freqüentes são as rotações dentárias, a abertura de espaço entre os dentes e o apinhamento, principalmente no arco inferior. Esse processo, porém, é lento, mas a mudança rápida do posicionamento dentário pode ser decorrente de perdas dentárias ou processos patológicos como a doença periodontal, que pode ocorrer em indivíduos de qualquer idade, desde a adolescência.

Quais os sintomas dessa doença e como ela é causada?

Os sintomas primários da doença periodontal são o sangramento gengival durante a escovação e/ou mastigação, podendo aparecer também, conforme o processo patológico evolui, pus e mobilidade dentária. A causa da doença periodontal é multifatorial, ou seja, vários fatores contribuem para o seu aparecimento: má higiene, presença de placa bacteriana, fatores hereditários e baixa resistência imunológica.

Quais as conseqüências dessa doença?

A conseqüência mais grave é a perda óssea, minando o suporte dentário e, conseqüentemente, provocando mobilidade. A longo prazo, se a doença não for tratada, os dentes são perdidos.

É possível reposicionar os dentes com aparelhos ortodônticos quando se tem doença periodontal?

Sim, é possível, desde que alguns cuidados adicionais sejam tomados. No pedido da documentação ortodôntica, as radiografias periapicais da boca toda constituem o item de diagnóstico mais importante. Antes de qualquer intervenção ortodôntica, o paciente deve ser encaminhado ao periodontista para que sejam realizadas instrução de higiene, raspagem e curetagem gengival e, em determinados casos, até alguma intervenção cirúrgica. Feito isso, o tratamento ortodôntico poderá ter início, sendo que o paciente deverá realizar controles no periodontista em intervalos regulares de 3 a 4 meses durante o tratamento.

O movimento ortodôntico poderá causar maior perda óssea?

Não, desde que osso e gengiva sejam mantidos com saúde. O osso presente responde da mesma forma que em pacientes normais. Daí o controle periódico por parte do periodontista ser tão importante. Se for negligenciado esse aspecto e houver presença de inflamação durante a movimentação ortodôntica, aí então o processo de perda óssea será agravado.

Então não existem limitações nessa modalidade de tratamento?

Existem. Apesar de não ocorrerem perdas ósseas adicionais, o fato de apresentar suporte ósseo reduzido provoca sobrecarga de força no ápice da raiz durante a movimentação, predispondo o dente à reabsorção do ápice radicular. Para reduzir esses efeitos indesejados devem ser usadas forças leves na movimentação, deve-se aumentar o intervalo entre as ativações e evitar grandes movimentos de corpo, que ocorrem principalmente nos casos em que são planejadas extrações com futuro fechamento dos espaços.

Ao final do tratamento ortodôntico será necessário algum outro aparelho para estabilizar os resultados?

Sim, ao final do tratamento ortodôntico freqüentemente se usa um aparelho removível superior e um fio colado aos caninos inferiores. No caso de pacientes que apresentam perdas ósseas, essas contenções deverão ser permanentes, ou seja, para a vida toda, e os controles periódicos no periodontista devem continuar indefinidamente, pois a possibilidade de recorrência da doença permanece e pode ser evitada com esses cuidados.

FONTE- REVISTA DA APCD - ORIENTANDO O PACIENTE – 2/2004

July 10

ORIENTANDO O PACIENTE - PERICORONARITE



  • Endrigo Sperto Rodrigues dos Santos
    Periodontista e mestrando
    da disciplina de Clínica
    Integrada da Faculdade
    de Odontologia da
    Universidade de São Paulo
  • Irineu Gregnanin Pedron
    Periodontista e mestrando
    da disciplina de Clínica
    Integrada da Faculdade
    de Odontologia da Universidade de São Paulo

1. O QUE É A PERICORONARITE?
É uma inflamação gengival que ocorre geralmente
próxima dos terceiros molares (dentes do
“siso”), quando estes estão erupcionando (“nascendo”)
na cavidade bucal (Figura 1).

2. EM QUAL IDADE A PERICORONARITE É MAIS FREQÜENTE?
Ocorre geralmente entre 17 e 21 anos de idade, coincidindo com a faixa etária na qual erupcionam os terceiros molares.

3. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SINTOMAS DA PERICORONARITE?
O paciente geralmente apresenta a gengiva inflamada ou infeccionada na parte que recobre o dente em erupção, podendo drenar pus na região; mau hálito; desconforto ou dor localizada ou irradiada pela mandíbula; inchaço local e regional (região do pescoço abaixo da mandíbula); dificuldade
na abertura e fechamento da boca; dificuldade para falar, mastigar e engolir; dores musculares e articulares na ATM (articulação têmporo-mandibular).
Em alguns casos, o paciente pode apresentar febre e “ínguas” (linfoadenodopatia).

4. COMO EVITAR A PERICORONARITE?
Mantendo sempre a rigorosa higiene bucal, através da escovação e passagem do fio dentário na região dos terceiros molares, evitando dessa forma o acúmulo e
deposição de alimentos e placa dentária nessa região. Os bochechos com colutórios bucais podem ainda ser utilizados como medida coadjuvante.

5. COMO TRATAR A PERICORONARITE?
É importante destacar a importância da consulta ao cirurgião-dentista, pois somente este profissional
Pericoronarite é capacitado para o correto diagnóstico e tratamento. Bochechos com anti-sépticos bucais ou a aplicação
de água oxigenada 10 volumes podem auxiliar no tratamento. Provavelmente, o cirurgião-dentista deverá prescrever medicação analgésica, antiinflamatória e, se houver necessidade, antibiótico para controlar a infecção, durante a fase sintomática. Quando o processo de inflamação ou infecção estiver controlado, o excesso de gengiva que recobre o dente pode ser removido através de procedimento cirúrgico (Figura 2) ou ainda, se o dente estiver parcialmente erupcionado, há a indicação da extração do dente. É possível que a pericoronarite recorra se o dente continuar nesta situação de semi-erupção ou caso a higiene bucal falhe.

FIGURA 1

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Excesso de gengiva cobrindo a parte posterior do dente do “siso”
FIGURA 2

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Remoção do excesso de gengiva por procedimento cirúrgico

          Orientando Paciente_Nov-Dez.indd 481 10.12.08 16:51:22- REVISTA DA APCD

June 30

O DESABAFO DE UM DENTISTA- VALORIZE O SEU DENTISTA.

From: ortochris@hotmail.com
Subject: DESABAFO DE UM DENTISTA
Date: Mon, 29 Jun 2009 16:50:03 -0300

REPASSANDO:

Larguei a maldita odontologia após assistir a reportagem da Vigilância  Sanitária no Gugu, eis a explicação:
  *Um cara vendendo cachorro-quente com a salsicha estragada, maionese fora da geladeira e no sol no banco da frente do carro, com purê de batata marrom-esverdeado fatura LÍQUIDO (ISSO MESMO, LÍQUIDO) R$200,00 por dia! Isso dá R$ 6.000,00 (seis mil) por mês!*
  Sendo assim, estou montado uma barraquinha de cachorro-quente. Isso porque:
  *1) Pra que tanta responsabilidade se coisas muito mais simples dão muito mais dinheiro e muito menos problema?  Além de demorar muito para ganhar R$ 6 mil limpos.*
  * 2) O Cachorro-quente podre por R$ 2,50 é uma pechincha...mas a restauração por R$ 25,00...- Porra dotô, cê tá maluco?! Tudo isso pra pô uma massinha?! Tá enchendo o rabo de dinheiro, hein?!'*
  *E depois de ouvir tudo isso você ainda tem de ser simpático, encher uma maldita luva e fazer de bexiga pro filho dele cheio de remela, que pula feito um macaco no sofá da sua sala de espera, brincar e ainda dizer: 'Volte sempre, 'foi um prazer' quando na verdade a sua vontade é chutar.*
  *3) Pra que se preocupar com parestesias, seios maxilares, espaço bilógico, conicidades do preparo, trepanações, etc. se vendendo Roti-doguis a única iatrogenia que vc pode causar ao paciente é uma caganeira temporária que ele nunca vai saber se foi o Roti-dogui do seu carrinho ou a pastér di parmito com guarapa do dia anterior ???*
  *4) Biossegurança... por incrível que pareça a mesma mão que pega o dinheiro faz o sanduba! Não é necessário gastar R$ 3.000,00 numa autoclave para esterelizar o pegador de salsichas.*
  *5) A maionese, o purê de batatas, salsichas são muito mais baratos que alginato, siliconas e resinas.*
  *6) Não tem que pagar Sindicato dos Dogueiros, nem Associação Paulista dos Roti Dogueiros, nem taxas sobre a maionese, a mostarda e a batata palha.*
  *7) Se a ANVISA aparecer a única coisa que vc vai ter de fazer é lavar o seu carrinho com cloro e comprar salsichas, batatas e maioneses dentro do prazo de validade. Não vai ter de gastar uma fortuna com proteções para Raio-X, caixas descarpack, etc., etc., etc...*
  *8) Vendendo Roti-doguis você estará preenchendo as cavidades abertas e as bolsas periodontais do seus clientes com a massa do sanduba na hora do almoço já que ele tem de comer rapidinho por ter uma consulta marcada no dentista para as 13:30h e não vai dar tempo nem de escovar o dente ... e, foda-se o ladrão filho da puta que cobra R$ 25,00 pra por só uma massinha!*

E ainda, o dogueiro não precisou morrer de estudar para o vestibular; seus pais não precisaram fazer uma enorme economia para poder manter todos os anos de faculdade e nem gastar os tufos na festa de formatura..... Sem contar a montagem do consultório, que custou bem mais caro que o carrinho de hot dog.

 

RECEBI ESTE E-MAIL MUITO PERTINENTE…

VALORIZE O SEU DENTISTA!!!!

June 19

ARTIGO: RANGER OS DENTES

Ranger os dentes à noite é comum, mas razões não estão claras

Publicado em: 17/06/2009

Por que algumas pessoas rangem os dentes à noite?

Ranger os dentes à noite é apenas um tipo de bruxismo, um distúrbio que também inclui ranger diurno ou aperto do maxilar; este é geralmente chamado de bruxismo noturno. Muitas explicações são dadas ao motivo pelo qual o bruxismo noturno ocorre e quem tem esse risco. Nenhuma dessas explicações tem provas conclusivas.

Um artigo, publicado em 2000 no jornal "Sleep Medicine Reviews", observa que a maioria das pessoas sofrerá a condição de ranger ou apertar os dentes em algum momento da vida. O bruxismo noturno se torna um problema sério quando causa dor, prejudica os dentes ou perturba o sono, mas muitos bruxistas dormem bem, alguns nem se dão conta do ranger dos dentes. A condição parece ocorrer de forma igualitária em ambos os sexos, mas é mais comum em pessoas mais jovens.

Alguns dos muitos fatores estudados pela associação com o bruxismo incluem dentes que não se encontram adequadamente, fatores psicossociais e ambientais, além de problemas com neurotransmissores no cérebro ou mau funcionamento dos centros cerebrais chamados de gânglios basais. Alguns estudos descobriram que a apnéia do sono, estresse e consumo excessivo de tabaco, álcool, drogas e cafeína podem estar associados a riscos mais altos de bruxismo. No entanto, não se demonstra se essas são as verdadeiras causas.

Muitos tipos de tratamento para o bruxismo já foram tentados, com índices de sucesso bastante variados, incluindo dispositivos dentários que mantêm os dentes separados; vários tipos de psicoterapia e terapia comportamental; drogas; e até suplementos nutricionais, com base na teoria que uma deficiência vitamínica ou mineral pode ser a responsável pelo problema. Exercícios de relaxamento e compressas mornas antes de dormir são medidas não-invasivas sugeridas por algumas autoridades de saúde.

Fonte: G1

ORIENTANDO O PACIENTE: UMA ESCOVA PARA CADA USO

Uma escova para cada uso

Nem só das importantes medidas preventivas (alimentação sadia e flúor na água/tópico), vive o cuidado adequado com os dentes e cavidade bucal.... Tem aquele diário, cada vez que você se alimenta. Vamos lá?

Em primeiro lugar temos as escovas de dentes, que longe de qualquer outra sofisticação, devem ter cerdas MACIAS (para adentrarem no espaço entre o dente e a gengiva – chamado de  sulco gengival) e perfil PLANO (todas as cerdas com a mesma altura), para propiciar uma limpeza mais efetiva na face interna dos dentes anteriores .

As marcas brasileiras tradicionais têm produtos com estes requisitos, mas devemos sempre verificar a cabeça das escovas antes de comprá-las, pois os fabricantes muitas vezes mudam aspectos sem qualquer aviso.

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Formato e ação da Escova Dental

Nenhuma limpeza dos dentes é completa se não retirarmos os restos de alimentos entre os dentes (onde nenhuma escova ou bochecho vai limpar). O único meio realmente efetivo é o fio dental que deve sempre ser passado em frente ao espelho, para que possamos VER o local onde está sendo usado. Apesar de ser mais difícil passar nos dentes posteriores (“do fundo”) estes são os dentes que precisam de nossa intervenção mais efetiva e DIÁRIA. Todo os dias devemos usá-lo com muita atenção. Se ao passar ele causa sangramentos,procure seu dentista para orientar como  solucionar este problema.

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Fio dental corretamente dentro da gengiva

Se você quebrou o braço, está com artrite ou perdeu habilidade motora (3a idade), a limpeza entre os dentes deve ser feita com os suportes de fio dental, normalmente encontráveis nas drogarias maiores ou nas dentais (que vendem materiais aos dentistas). Eles são muito importantes para acessar os dentes de fundo e para treinar as crianças no uso do fio dental, que vai lhes ser útil por toda a vida.

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Suporte de Fio dental em ação

Para aqueles pacientes que usam próteses fixas (diversas coroas soldadas entre si) nem o fio dental ou o suporte para fio vão conseguir remover os restos de alimentos que vão parar por baixo destes dentes. A solução é usarmos as escovas interdentais, ou se elas não couberem os passadores de fio dental, uma alça que passamos o fio por dentro e entramos por baixo de onde ocorre o ponto de solda dos dentes. Esta comida acumulada é a grande causadora de cáries sob estas próteses fixas.

Mas, se o espaço entre os dentes ficou mais largo (por tratamento periodontal ou pelo passar dos anos) o fio dental, nestes dentes, deve ser substituído pelas ESCOVAS  INTERDENTAIS, cujas pontas são trocadas a cada 5-8 dias. São encontradas em Farmácias, supermercados e drogarias. O seu cabo deve ser comprido e angulado, para facilitar o acesso nos dentes posteriores.

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Passadores de Fio Dental

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Escova Interdental

Não só os dentes guardam restos de comidas depois das refeições: também na língua (onde ficam as papilas gustativas) sobram muitos restos de alimentos, células mortas e bactérias, que formam a saburra, que aumentam o mau-hálito e dificultam o controle da diabetes e da hipertensão. As escovas de dente limpam só parte da língua, mas não chegam até o fundo onde devemos usar, uma vez por dia apenas,os limpadores de língua, geralmente plásticos,e que já são encontrados nas farmácias e drogarias.

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Limpador de língua em ação

Se usamos próteses removíveis (“pontes móveis”) ou próteses totais (“dentaduras”) não pense que aí não se acumulam restos de alimentos. Eles param e em grande quantidade!  Após cada refeição, devemos retirar as próteses e limpá-las por dentro e por fora( dentro de  uma pia cheia de água) – para não dar mau hálito e formar “tártaros” bem como o rebordo (“gengiva”) onde se apóiam, onde ficam muito restos que ajudam a aumentar a perda óssea sob estas próteses. Para isto devemos usar as escovas para próteses à venda no comércio. Se restaram dentes naturais ou coroas, eles devem ser limpos com escova de dentes e fio dental.

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Escova para limpar próteses

Quando a pessoa perdeu habilidade com as mãos por idade ou por acidente, o uso de escovas especiais com cabo mais largo (para facilitar a “pega”) ou as escovas elétricas (para ela fazer o movimento correta da escova nos dentes) pode ser uma ótima opção para suplantar estes desafios da vida !

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Escova com boa empunhadura

Muitas pessoas usam vinagre, sabão, detergentes para limpar as próteses que possui. Isto deve ser evitado e no comércio temos as pastilhas efervescentes que devem ser usadas uma vez por semana com a finalidade de limpar as próteses. No dia-a-dia use só escova de dentes e SEM pasta, para não alterar a  textura  da resina das próteses.

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Depois de bem  limpas,colocar próteses em pastilhas efervescentes uma vez por semana

Se depois disto tudo você ainda quer ter certeza se sua boca ficou REALMENTE limpa, use as pastilhas  evidenciadoras de placa bacteriana que vão dizer  em que ponto do dente você não limpou corretamente.

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O evidenciador de placa mostra, em vermelho, onde não se limpou bem os dentes

Viu? Limpar BEM os dentes é uma arte que exige conhecimentos e os materiais necessários. Cuidando bem deles você vai fazer com que seus dentes naturais durem toda uma vida, ajudando no seu sorriso e fazendo com que consiga ser mais simpático e bonito ! O quê você está esperando?

Converse com seu dentista para ele lhe indicar quais os tipos mais indicados para os seus dentes!

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E SORRIA, FELIZ DA VIDA !!

Dr. Fernando Luiz Brunetti Montenegro

Medcenter Medscape

ARTIGO: VIAGRA X APNÉIA DO SONO

Viagra relacionado a apnéia do sono

(Bibliomed). Um novo estudo, realizado na Universidade Federal de São Paulo, e publicado no último número da revista Archives of Internal Medicine traz uma preocupação para usuários do medicamento sildenafil (Viagra ®), utilizado no tratamento da disfunção erétil: a de que ele poderia agravar quadros de apnéia do sono.

A apnéia do sono é mais comum em homens do que em mulheres e ocorre quando a respiração é suspensa, durante o sono, por 10 segundos ou mais, devido a uma obstrução ou estreitamento das vias aéreas do nariz, boca ou faringe. Os sintomas decorrentes incluem o ronco e a perda do sono. Estudos recentes mostram que a apnéia do sono contribui para o desenvolvimento da disfunção erétil.

Na nova pesquisa, foram examinados os efeitos de uma dose única, de 50 mg, do sildenafil, versus uma dose de placebo, em 14 homens de meia-idade, que já eram portadores da apnéia do sono.

Os resultados mostraram que a utilização do sildenafil aumentou de modo significativo, a apnéia do sono nestes pacientes. Os pesquisadores também verificaram que a respiração se apresentava mais desordenada, com mais falhas por hora, entre os homens que usaram o sildenafil antes de dormir.

Os pesquisadores dizem que seus resultados são ainda preliminares, e baseados em um número pequeno de pacientes, e que mais estudos serão necessários para determinar, se o uso do sildenafil, poderia apresentar riscos para homens portadores de formas graves de apnéia do sono.

Archives of Internal Medicine, Sept. 18, 2006; vol 166: pp 1763-1767.

Confira também notícias atualizados nas especialidades abaixo:

Medcenter Medscape

ARTIGO: PREVELÊNCIA DA MÁ OCLUSÃO É ALTA ENTRE CRIANÇAS DE 2 A 4 ANOS

Prevalência de má oclusão é alta entre crianças de 2 a 4 anos

Pesquisa mostra que metade da amostra apresentava o problema. Falta de amamentação natural e hábitos bucais inadequados, como utilização de chupeta, estão diretamente relacionados à presença de más oclusões.

Devido a sua alta prevalência, as más oclusões, são consideradas um problema de saúde pública. Levando em consideração que não ocorre auto correção, os desvios que se estabelecem na dentadura decídua perpetuam-se na dentadura mista, assim como na dentadura permanente. Esta observação respalda o consenso mundial de que a prevenção e a interceptação precoce se fazem necessárias, preferencialmente, nas dentaduras decídua e mista. Nesse sentido, Carla Maria Gimenez e equipe da Universidade Estadual Paulista resolveram identificar a prevalência e os tipos de má oclusão encontrados em crianças dentro da faixa etária de 2 a 4 anos; e correlacionar a presença do problema com a forma de aleitamento e com os hábitos bucais infantis.

Para tanto, foram analisadas 100 crianças inseridas no Programa de Prevenção do Centro de Pesquisa e Atendimento de Pacientes Especiais e 126 crianças das creches municipais da cidade de Piracicaba, de diferentes classes sociais, de ambos os gêneros, na faixa etária de 2 a 4 anos, com a dentadura decídua completa. De acordo com artigo publicado na edição de março/abril de 2008 da Revista Dental Press de Ortodontia e Ortopedia Facial, “a forma de aleitamento interfere no padrão de movimentação dos músculos mastigatórios, no correto estabelecimento da deglutição e da respiração, além de suprir as necessidades nutricionais e neurológicas da criança, sendo a sucção considerada a primeira fase da mastigação. A falta ou ausência do aleitamento natural correlaciona-se ao hipodesenvolvimento do complexo mastigatório, à instalação de respiração mista ou bucal, deglutição atípica e, conseqüentemente, ao desenvolvimento inadequado que conduz às más oclusões. Por outro lado, hábitos bucais infantis são também fatores que interagem no estabelecimento da oclusão”.

No trabalho, a equipe verificou alta prevalência de más oclusões (superior a 50% da amostra avaliada) e uma correlação positiva entre a falta de amamentação natural e hábitos bucais inadequados em relação à presença de más oclusões. Além disso, a chupeta revelou-se a variável mais significativa na contribuição para a instalação de más oclusões. Segundo os pesquisadores, “provavelmente devido à falta de orientação às mães e gestantes em relação aos benefícios da amamentação natural, a maioria das crianças foi amamentada de maneira artificial precocemente. Soma-se a isso, a grande pressão dos fatores culturais e familiares que compete fortemente com as orientações recebidas sobre saúde bucal, tornando as mães pouco sensíveis às recomendações do dentista”.

Dessa forma, eles alertam para a necessidade de prevenção e de interceptação das más oclusões. “A significativa presença de más oclusões na amostra analisada evidencia a face alarmante do problema de falta de medidas preventivas (incluindo o incentivo à amamentação natural) e a necessidade de interceptação destas más oclusões. O objetivo é evitar que os pacientes encaminhados pelo clínico ou pelo odontopediatra cheguem ao ortodontista na fase da dentadura permanente, quando a maioria dos problemas oclusais já se encontram instalados”, destacam no artigo.

Agência Notisa

Medcenter Medscape

June 12

PESQUISAS …. ATM X VARIAÇÕES HORMONAIS

Pesquisas indicam que distúrbios da ATM estão associados a variações de hormônios entre homens e mulheres

Os estudos buscam, agora, identificar a diferença na incidência da dor entre os dois sexos e analisar a eficácia dos medicamentos para que, no futuro, o tratamento farmacológico seja distinto entre ambos

De acordo com a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), “dor é uma experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada à lesão real ou potencial dos tecidos”. Cada indivíduo aprende a utilizar esse termo através de experiências anteriores. Segundo a SBED, a ocorrência de dor, especialmente, a crônica, é crescente em decorrência de novos hábitos de vida, maior longevidade do indivíduo, prolongamento de sobrevida dos doentes com afecções clínicas naturalmente fatais, modificações do ambiente em que se vive, do reconhecimento de novos quadros dolorosos e da aplicação de novos conceitos que traduzam seu significado.
Existem três tipos de classificação da dor: a aguda, causada por inflamação, infecção, traumatismo etc. a crônica, que tem duração prolongada e pode se estender por vários meses ou vários anos, (por exemplo, câncer, artrite reumatóide, esforços repetitivos durante o trabalho etc.) e, por fim, a dor recorrente, que apresenta períodos de curta duração, mas que se repetem com freqüência como, por exemplo, a enxaqueca.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que a incidência de dor crônica no mundo afete cerca de 30% da população, a maioria mulheres. No Brasil, estima-se que 50 milhões de pessoas sintam este tipo de dor. Em algum momento na vida, 15 a 25% das pessoas sofrerão de dor crônica e, em indivíduos acima de 65 anos, este percentual aumenta para 50%. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, o sexo feminino sente mais dor e tem maior risco de experimentar inúmeras condições dolorosas. Assim, são mais comuns em mulheres dores no pescoço e ombros, no abdômen, cefaléias tipo tensão, enxaqueca após a puberdade, distúrbios da Articulação Temporomandibular (ATM) entre outras.

Cláudia Tambelli é uma das orientadoras da pesquisa que busca
identificar e justificar as diferenças de percepção dolorosa
entre as mulheres e a diferença na incidência da dor entre os
sexos masculino e feminino

Para identificar e justificar as diferenças de percepção dolorosa entre as mulheres, algumas pesquisas têm sido desenvolvidas e orientadas pela Cirurgiã-Dentista e professora Cláudia Herrera Tambelli, do Departamento de Ciências Fisiológicas, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), da Unicamp, com a colaboração do professor Carlos Amilcar Parada, do Instituto de Biologia (IB), também da Unicamp.
As pesquisas buscam entender porque a prevalência da dor articular é menor no sexo masculino do que no feminino e também almejam determinar o período em que a dor se manifesta com mais intensidade no sexo feminino. Além disso, visam compreender como as alterações hormonais influenciam a dor e a eficácia dos medicamentos. “Acredito que esse conhecimento possa revolucionar o tratamento da dor, pois baseado nele o tratamento farmacológico da dor poderia ser diferenciado entre homens e mulheres e, até mesmo, entre mulheres dependendo da fase do ciclo menstrual”, explica Claúdia Tambelli.
De acordo com Tambelli, no sexo feminino a dor se manifesta de maneira mais intensa na fase em que a concentração do estrógeno é mais baixa. “Outro resultado interessante é que a administração intra-articular de um analgésico capa opióide induz um efeito analgésico significativamente maior no sexo feminino, especialmente durante o período de baixa concentração plasmática de estrógeno, que é o período em que a dor da ATM se manifesta com maior intensidade”, revela a professora.
Uma das grandes novidades desses estudos é ter demonstrado, pela primeira vez, que a testosterona protege o sexo masculino em relação à manifestação da dor da ATM. “Já se sabia que no sexo masculino o risco de manifestação desse tipo de dor é menor, mas não se sabia a causa, e isso nós conseguimos demonstrar. O trabalho foi publicado na revista internacional ‘The Journal of Pain’. Também temos observado uma diferença nos mecanismos biológicos da dor da ATM com relação às outras partes do corpo. Isso tem uma influência direta no tipo de medicamento usado para o controle da dor na ATM e no controle de outras dores do corpo”, relata Tambelli.
A outra novidade está relacionada à variação da eficácia de analgésicos e antiinflamatórios entre os sexos. “Com base em pesquisas preliminares, testaremos, agora, um novo tratamento farmacológico da dor articular em humanos. Os resultados podem levar à proposta de um medicamento mais específico para o tratamento da dor da ATM, com eficácia estudada em homens e mulheres, e verificação da dosagem em função do ciclo menstrual”, informa a professora.
O fato das dores articulares serem, em geral, de intensidade e prevalência maior nas mulheres, sugere-se que os mecanismos dolorosos variem entre os sexos. Mas, nem por isso, o tratamento tem sido diferenciado. “O fato de a maioria dos pesquisadores da área serem homens talvez explique, pelo menos em parte, a despreocupação anterior em se investigar a possibilidade de diferenças no efeito dos medicamentos entre homens e mulheres”, acredita a orientadora. “Como mulher, me preocupo com essa questão porque antevejo a possibilidade de existir uma droga que seja mais efetiva – ou efetiva apenas na mulher ou no homem. É possível, inclusive, que durante um período do ciclo menstrual da mulher, determinado analgésico se revele mais eficaz. Como todo fármaco tem efeito colateral, já seria um benefício utilizar o medicamento em período de maior eficácia, quando a dose poderia ser menor”, explica a pesquisadora, Claúdia Tambelli que afirma: “A sociedade será beneficiada com os resultados desses estudos porque poderá receber um tratamento farmacológico para dor articular diferenciado, ou seja, que leve em consideração as diferenças sexuais e hormonais. Isso poderá aumentar as chances de sucesso do tratamento da dor articular que, entre as dores orofaciais crônicas, é a mais comum”.
Por Bruna Oliveira
Colaboração de
Mariana Pantano

Abril 2009
ANO Nº 43 - Nº 624